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Catálogo

Crítica | Sobrenatural: A Origem

A luz no fim do túnel.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
10 de julho de 2016 · 6 min de leitura
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Acho uma doçura quando o destino nos dá um tapa de luva de pelica. Equivocadamente, disse que os filmes de terror que chegam aos cinemas já não conseguem mais surpreender, sustentando-se em artifícios baratos e preguiçosos para provocar o medo e o susto. Porém, com a chegada do novo capítulo da franquia Sobrenatural, notei que fui duro com a crítica ao Terror no texto de A Forca. O novo Sobrenatural tem o potencial de ser o melhor filme de terror do ano.

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Abalada psicologicamente com a morte de sua mãe, Quinn Brenner procura a médium aposentada Elise Rainier afim de obter ajuda em sua obsessão em tentar se comunicar com o espírito de sua mãe. Elise, aceita ajudar a garota, mas logo desiste após descobrir que espectro maligno ronda a menina. Ela avisa a Quinn para parar de tentar se comunicar com espíritos, pois todos eles podem escutar.

A garota, ainda obstinada e intrigada com o que a médium havia avisado, insiste no erro ao tentar se comunicar por conta própria com sua mãe. Ao fazer isso, o espírito maligno que está em seu encalço se fortalece e passa a assombrar a garota com mais intensidade, chegando a machucá-la fisicamente. Agora, Quinn completamente assustada e sentindo que sua vida está em perigo pede para que seu pai, Sean, tente convencer Elise a ajudá-la a se livrar da assombração.

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Leigh Whannell finalmente teve seu momento de brilhar. Desde Jogos Mortais, firmou parceria com o diretor sensação James Wan. Enquanto Wan dirigia, Whannell ficava encarregado pelos roteiros. Isso aconteceu também nos dois primeiros filmes da trilogia Sobrenatural.

Agora, com Wan entupido de projetos até 2018 e praticamente sem tempo para dirigir projetos menores, Whannell teve seu momento de glória e pôde, enfim, dirigir seu primeiro filme.

Mesmo sendo fã do trabalho de James Wan, admito que a mudança de ares na direção da franquia foi muito bem-vinda. Inclusive, rejuvenesceu o formato. Até mesmo no roteiro Sobrenatural: A Origem é muito mais denso que os filmes anteriores.

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Por se tratar de um prequel, cronologicamente na temporalidade da franquia, este longa se passa antes dos outros dois. Logo, Whannell, também roteirista, teve a oportunidade de trabalhar mais com a melhor personagem da franquia: Elise Rainier – vivida pela magnífica Lin Shaye que parece ter encontrado o papel de sua vida.

Aqui, somos apresentados a um backstory rico para Elise. Seus relacionamentos, o motivo de sua aposentadoria e retorno à profissão. O roteirista também não decepciona em proporcionar uma história interessante com bons momentos, além de conectar com as tramas dos outros filmes de modo competente.

Whannell continua o trabalho que é o ponto-chave de Insidious divergir tanto em qualidade se comparado a outros filmes de terror abissais que tem chegado aos cinemas vide A Forca e Poltergeist. Trata-se da densidade da história. Ele se preocupa em criar uma mitologia única para esses filmes. Há sempre o núcleo familiar, satisfatoriamente desenvolvido, aliado à assombração e a chegada dos paranormais. Esta fórmula praticamente não se esgota pois foram retrabalhadas nos três filmes. Há sempre elementos novos e relevantes em cada um deles.

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Aqui a principal característica é o luto da perda de um ente querido. A dificuldade em aceitar a tristeza. Além do confronto dos medos. O legal é notar que o trio de personagens principais possuem motivações únicas e recebem um cuidado peculiar para cada um – além de Elise e Quin, o fantasma maligno que serve como antagonista é bem trabalhado no final do filme.

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Mesmo possuindo um texto tão bom, Whannell não consegue se livrar de algumas falhas. Alguns personagens só servem de muleta para justificar alguma tensão ou lançar clichês. Repare que assim que eles cumprem seus papéis narrativos, somem do filme sem alguma explicação. Isso acontece com os vizinhos de Quinn e sua melhor amiga. Seu pequeno irmão é ainda mais irrelevante para o filme – apenas é uma ponte para a dupla de caça-fantasmas.

Assim como nos outros longas, os piores personagens continuam sendo os caça-fantasmas, Specs e Tucker, que até agora só servem como alívio cômico – passou da hora de serem melhor trabalhados. Além disso, o filme soluciona rapidamente seu clímax com o uso de deus ex machina, porém, como o universo trabalhado permite o uso “racional” do macete, não é algo condenável. Mas o maior problema se concentra no final – a fala de Elise praticamente contradiz o que ela havia dito a Quinn no começo do filme.

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Já na direção Whannell mostra-se alguém competente e bastante distinto de James Wan – que aliás, faz uma ponta como ator. Enquanto o malaio enche suas cenas com diversos planos, usa muitos adereços de cena “aterrorizantes” e aposta mais em jump scares, Whannell é mais sutil, aposta na encenação elaborada e destina boa parte do tempo para desenvolver a história. Não entro no mérito de quem dirige melhor – os dois se provaram bons cineastas.

Whannell constrói cenas simplesmente fantásticas como o plano sequência que sai da janela de um apartamento para a rua e vice-versa ao mostrar um suposto suicídio – essa é apenas uma cena das diversas que possuem encenações originais. Outro trabalho que já era bem explorado com Wan, foi aprimorado aqui: as boas transições entre o mundo imaterial e o real. O trabalho com pontos de vista e de escuta é sempre muito interessante.

Aliás, por um milagre, este é o primeiro Insidious que não vira uma palhaçada em seu terceiro ato. O terror se sustenta, a seriedade permanece. Agrego isso à direção de Whannell. O terror é bem construído, se baseia mais na atmosfera de tensão crescente e perigo do que o horror propriamente dito. O terror se concentra na criatura e na ambientação muito competente criada pelo design de produção e fotografia. O diretor aposta mais em deixar o espectador apreensivo com diversas sugestões e jogos de cena inteligentes do que construir os sustos baratos e idiotas que permeiam diversos filmes do gênero.

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O diretor apenas peca na dosagem da música em cena da trilha musical de Joseph Bishara. Isso só se agrava no terceiro ato, durante uma perseguição em que a música preenche a cena chegando a destoar da imagem em si. Aliás, sempre o senso de urgência dessas cenas colabora para piorar o filme, afinal é possível utilizar a mesma tensão com encenações diferentes, mais voltadas para o suspense, utilizando apenas o silêncio e ambiência – algo que já se provou muito eficiente para causar medo.

Sobrenatural: A Origem é um ótimo filme de terror voltado mais para o suspense chegando a virar um drama relevante em seu terceiro ato. Caso você procure um filme que vise somente a te assustar com jump scares, sinto muito, mas este longa não é para você. Certamente será uma experiência frustrante e monótona. Agora, se realmente se importa com suspense, boa história e densidade narrativa, encenação inteligente, atmosfera medonha, boas atuações e um belo final, recomendo que dê uma visita ao cinema mais próximo de sua casa. Os fãs da franquia não devem deixar de assistir, pois este é um filme acima da média.

Sobrenatural: A Origem (Insidious: Chapter 3, EUA/Canadá – 2015)
Direção: Leigh Whannell
Roteiro: Leigh Whannell
Elenco: Dermot Mulroney, Stefanie Scot, Angus Sampson, Leigh Whannel, Lin Shaye, Tate Berney, Michael Reid MacKay, Steve Coulter, Hayley Kiyoko, Corbett Tuck
Duração: 97 min

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Tags: #Angus Sampson #James Wan #Leigh Whannell #Lin Shaye #Sobrenatural
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Matheus Fragata
Escrito por

Matheus Fragata

Editor-geral do Bastidores, formado em Cinema. Apaixonado por histórias que transformam. Contato: matheus@nosbastidores.com.br

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