Luciana Gimenez lamenta guarda-roupa verde e amarelo após eliminação do Brasil
Luciana Gimenez brincou sobre o guarda-roupa em verde e amarelo comprado para a Copa, que ficou "encalhado" após a eliminação do Brasil nas oitavas.
O perrengue chique de quem apostou no hexa
A eliminação precoce da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 pegou muita gente de surpresa, incluindo Luciana Gimenez. A apresentadora havia desembarcado em Nova York com roteiro pronto para gravar conteúdo temático sobre o torneio para as redes sociais, na esteira da tendência “brasilcore” que dominou a moda das torcedoras brasileiras ao longo deste ano. O problema é que a queda do Brasil a deixou com uma mala cheia de peças verde e amarelo sem ocasião para usar.
Em tom bem-humorado, Luciana revelou que se deixou levar pela empolgação do sonho do hexacampeonato e investiu pesado em roupas nas cores da bandeira. “E agora o que eu faço com tudo isso? Verde já não é minha cor, como vou usar essa calça no verão de Nova York?”, questionou.
O contexto por trás do “prejuízo”
A situação de Luciana reflete um fenômeno de moda que ganhou força meses antes da abertura do torneio. O chamado brasilcore, estética que combina verde, amarelo, azul e branco com referências diretas à cultura nacional, tomou conta das redes sociais de celebridades brasileiras ao longo de 2026, com nomes como Anitta, Bruna Marquezine e Virginia investindo em produções completas antes mesmo do início dos jogos. A tendência já havia se manifestado com força durante a Copa do Catar, em 2022, e voltou ainda mais intensa nesta edição, disputada entre Estados Unidos, Canadá e México.
Com a eliminação do Brasil interrompendo a expectativa em torno do torneio, boa parte desse investimento em moda temática perdeu o timing perfeito de uso, um problema que Luciana não foi a única a enfrentar entre as celebridades que apostaram fundo no visual de torcedora.
O que ela pretende fazer com as roupas
Brincando com o próprio “prejuízo”, a apresentadora chegou a cogitar simplesmente abandonar as peças em solo americano antes de retornar ao Brasil. Apesar da frustração com o guarda-roupa temático encalhado, ela garantiu que uma categoria específica vai escapar do descarte: as tradicionais camisas oficiais da Seleção Brasileira.
Exibindo com orgulho uma camisa com o número 10 e o nome de Neymar, Luciana defendeu o jogador publicamente e pediu que seus seguidores não falassem mal dele após a eliminação. Ela também celebrou o fato de poder reaproveitar a camisa em competições futuras, já que as cinco estrelas conquistadas pelo Brasil no manto seguem intactas independentemente do resultado deste Mundial específico.
A crítica bem-humorada ao látex
Além da questão das cores, outro detalhe da moda das torcedoras não passou despercebido pela apresentadora: o uso excessivo de peças de látex nas produções de Copa. Em tom de brincadeira, ela criticou a praticidade duvidosa da tendência. “Todo mundo fez roupa de látex. Eu não conseguia imaginar a perereca suando no látex. Ninguém merece”, disparou, resumindo com humor o que considera um exagero funcional das produções mais chamativas que circularam nas redes durante o período do torneio.