Cinema

Pânico 7 é massacrado pela crítica e amarga a pior nota da história da franquia

Com o aguardado retorno de Neve Campbell, Pânico 7 divide a opinião dos especialistas, atinge apenas 42% no Rotten Tomatoes

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
3 min de leitura
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As primeiras avaliações de Pânico 7 chegaram e o cenário não é nada animador para a icônica franquia de terror. O mais recente capítulo da saga, que marca o aguardado retorno de Neve Campbell ao papel de Sidney Prescott e a estreia do criador da série, Kevin Williamson, na direção, está registrando a pior pontuação de toda a marca no agregador de notas Rotten Tomatoes.

Com a queda do embargo das análises na manhã desta quinta-feira, o filme estreou com apenas 42% de aprovação da crítica especializada, com base em 50 resenhas publicadas. Embora a média ainda possa sofrer leves alterações à medida que novos textos sejam computados, o longa atualmente ocupa a incômoda posição de pior filme da franquia, ficando abaixo até mesmo dos 45% do divisivo Pânico 3 (2000). Para fins de comparação, os demais títulos variam entre os 61% de Pânico 4 (2011) e o aclamado pico de 83% alcançado por Pânico 2 (1997).

Apesar da recepção fria e das duras palavras dos especialistas, a produção parece ser blindada contra críticas quando o assunto é o interesse do público. As projeções da indústria indicam que Pânico 7 deve arrecadar cerca de US$ 60 milhões globalmente em seu fim de semana de estreia, o que representaria o segundo melhor lançamento de toda a história da série nas bilheterias.

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O veredito dividido da mídia

Uma análise das publicações revela um cenário de opiniões em extremos opostos, com veículos pendendo para a rejeição absoluta e outros elogiando a nova abordagem. Entre os mais rigorosos, o The Hollywood Reporter descreveu a experiência como cansativa, apontando que a familiaridade da trama seria mais palatável se os diálogos fossem frescos e as mortes mais criativas. O The Daily Beast foi ainda mais letal, chamando a obra de “chocantemente terrível” e afirmando que o filme é a prova definitiva de que chegou a hora de aposentar o Ghostface. Na mesma linha de frustração, o portal SlashFilm declarou que o projeto carece da inteligência original e dos calafrios dos renascimentos recentes, enquanto o Film Maven concluiu que a franquia se tornou um zumbi cansado que apenas implora para descansar em paz.

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Por outro lado, algumas publicações encontraram grandes méritos na nova matança. O The Wrap considerou a sequência competente, destacando que o roteiro funciona como um imenso pedido de desculpas a Neve Campbell, dedicando quase todas as cenas a enaltecer o legado e a importância de Sidney Prescott.

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Já o Mashable elogiou fortemente o ritmo, chamando o filme de um retorno à boa forma que equilibra um tom incrivelmente divertido com cenas de assassinato intensas e brutais. O portal UPI seguiu um caminho semelhante, classificando a produção como o melhor Pânico desde os anos 90, justamente por abandonar os exaustivos comentários metalinguísticos e focar em ser uma autêntica experiência de terror focada nos traumas da protagonista.

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Na trama de Pânico 7, Sidney Prescott tenta construir uma vida tranquila com sua família em uma nova cidade. No entanto, seus piores medos se concretizam quando um novo assassino Ghostface surge e sua própria filha se torna o próximo alvo, forçando a heroína a enfrentar os horrores de seu passado para tentar acabar com o banho de sangue de uma vez por todas.

Tags: #Pânico 7
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