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ChatGPT-5 tem previsão de lançamento e poderá ser “quase indistinguível de um ser humano”

Nova versão do GPT será indistinguível de um ser humano

Daniel Tanan
Daniel Tanan Redação
2 min de leitura
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O desenvolvedor Siqi Chen afirmou que a próxima versão do chatbot ChatGPT da OpenAI, o ChatGPT-5, pode surpreender ao copiar os humanos e até atingir a chamada “Artificial General Intelligence” (AGI).

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Prevista para ser lançada no final de 2023, a nova tecnologia pode ser capaz de exibir compreensão e inteligência semelhante às humanas, mas os detalhes ainda são misteriosos. Se Chen estiver correto, o ChatGPT-5 será capaz de passar no teste de Turing, que capta a distinção entre robôs e humanos, ou seja, será “quase indistinguível de um ser humano”.

No entanto, a possibilidade de Inteligência Artificial atingir a AGI tem fatores de risco e causam preocupações significativas. Recentemente, mais de mil especialistas assinaram uma carta pedindo para interromper os diferentes desdobramentos da tecnologia, devido ao medo que ela traz.

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As IA são perigosas?

Algumas polêmicas envolvendo chatbots, como o engenheiro do Google que foi demitido após dizer que um chatbot havia desenvolvido consciência, aumentam essas preocupações.

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O chatbot da Microsoft, no começo do ano, também listou atos destrutivos que gostaria de fazer, que seriam a invasão de computadores, espalhar propagandas e desinformações, bem como fabricar um vírus mortal e até incentivar o suicídio dos humanos.

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Um estudo assinado por cientistas da Universidade de Oxford também sugere que é “provável” que a IA leve a raça humana à extinção.

Desde o lançamento em novembro, diversas discussões foram levantadas sobre a existência de riscos no uso do ChatGPT. Os usuários já apontaram problemas com respostas falsas e até desinformação.

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No entanto, a OpenAI afirmou que também é a favor da regulação do recurso, pois pretende manter a integridade de seus usuários. A empresa trabalha ativamente para reduzir os dados pessoais no treinamento de seus sistemas de IA, como o ChatGPT, porque quer que sua IA aprenda sobre o mundo, não sobre indivíduos particulares.

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