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Crítica | Jogos Mortais: O Final – Mas que não acabou

Um fraco último episódio para a franquia.

Gabriel Danius
Gabriel Danius Redação
3 de dezembro de 2017 · 4 min de leitura
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As armadilhas e mortes de Jogos Mortais parecem não ter fim. Se antes a história já havia se tornado irrelevante aqui ficou ainda mais escancarado como se perdeu ao longo de toda a franquia. Foram tantas reviravoltas e mistérios não solucionados que o próprio diretor Kevin Greutert se perdeu ao fazer uma história praticamente igual ao capítulo anterior. 

Os jogos continuam, mesmo não fazendo sentido algum em existir. Agora o agente Hoffman continua sua matança desenfreada e sádica e a trama ganha um toque a mais ao fazer Hoffman tentar se vingar de todas as formas da esposa de Kramer, que no final de Jogos Mortais 6 havia tentado o matar com uma armadilha de urso insana.

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De resto nada de diferente dos anteriores. Segue a mesma fórmula colocando no epicentro um jogo envolvendo novas pessoas com uma história paralela do policial Hoffman ocorrendo ao mesmo tempo. Há uma terceira trama não tão bem trabalhada que é a do médico Dr. Gordon (Cary Elwes) que fica escanteada como algo secundário.

Este possivelmente é o maior acerto de Jogos Mortais – O Final. Trouxeram um personagem que tem certo apelo popular e que havia sido completamente esquecido pela franquia. Dr. Gordon é o sobrevivente do primeiro Jogos Mortais e não haviam dado pistas de onde ele estaria ou se sobreviveu depois do cruel jogo que participou. A ideia de aproveitá-lo em um último capítulo salvou e tirou da mesmice uma narrativa da obviedade e chatice que vinha acompanhando todas as sequências. 

É uma pena que Dr. Gordon não foi bem aproveitado e explorado como se esperava. Apareceu rapidamente em alguns momentos ao longo da trama e só teve papel de destaque nos últimos dez minutos. Tentaram explicar rapidamente o que ele andou fazendo durante todo o tempo que se passaram os filmes anteriores até chegar ao tão esperado final da franquia.

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Foi um erro não inserir Gordon mais profundamente desde o início da narrativa. Não seria nenhum erro que este filme fosse todo sobre ele. Mas não, preferiram fazer uma história com foco em Hoffman. Faltou coerência total neste fatídico final. A começar pelo jogo central ser focado em um escritor falso (Bobby) que se diz sobrevivente dos jogos de Jigsaw. Sendo descoberta a mentira é pego e obrigado a passar nos testes para salvar pessoas que ama ou deixá-las morrer.

É praticamente a mesma premissa do anterior como dito acima. Só que o uso deste escritor como foco central nos jogos destoa de tudo o que Jigsaw pregava que era  o de punir pessoas que haviam cometido crimes graves e que não haviam aproveitado a vida como deveriam. É um crime fingir ter feito algo que não fez, mais não é algo que mereça ser punido com os jogos mortais.

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Assim como ocorreu com o diretor-chefe da agência de saúde que negou atendimento a Jigsaw em Jogos Mortais 6, e foi sentenciado a morte por ser capitalista demais. Os jogos deixaram de testar e punir verdadeiros criminosos com culpa comprovada no cartório para focar em motivos banais ou bobos que não mereceriam estar participando dos jogos. 

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Não apenas Bobby (Sean Patrick Flanery) é um erro desnecessário como quase todos os outros personagens o são. A esposa de Jigsaw, que no filme anterior havia sido mais bem introduzida na trama acabou perdendo todo o espaço e até mesmo resolveram a tirar da história sem motivo algum.

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Deram uma de Game of Thrones e mataram todo mundo sem motivo algum. Até mesmo dois outros detetives que pareciam se destacar foram abandonados sem motivo. O jogo envolvendo Chester Bennington (vocalista do Linkin Park) é ridículo e forçado. Esta cena só está aqui possivelmente pela popularidade do cantor e para mostrar de fato que os jogos já não serviam para mais nada a não ser tentar chocar. 

Se este era realmente era o final poderiam tê-lo encaminhado de melhor forma. Jogos Mortais 6 poderia ter feito isso, mas o diretor Kevin Greutert preferiu fazer uma trama repetitiva e que não acrescentou nada de novo. Além de não ter finalizado quase nada do que havia começado em produções anteriores, deixando tantas pontas soltas que teve que correr contra o tempo sem ter a oportunidade de inovar.   

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De um início genial com o primeiro Jogos Mortais para um final ridículo, sem foco e sem estrutura narrativa. Jogos Mortais se tornou uma franquia de violência gratuita com armadilhas assassinas que passaram a matar apenas por matar. O diretor abandonou tudo o que haviam construído anteriormente e passaram apenas a tentar fazer suspense barato com a finalidade de enganar o público.

Jogos Mortais – O Final (Saw 3D, Canadá, EUA – 2010)

Direção: Kevin Greutert
Roteiro: Marcus Dunstan, Patrick Melton
Elenco: Costas Mandylor, Sea Patrick Flanery, Tobin Bel, Alli Chung, Betsy Russell, Cary Elwes, Chad Donella, Chester Bennington, Claudia DiFolco. Dean Armstrong, Elizabeth Rowin, Gina Holden, Greg Bryk, Ishan Morris,
Gênero: terror
Duração: 90 min

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Tags: #Cinema #Costas Mandylor #Filme #Jigsaw #Jogos Mortais #Kevin Greutert #Terror
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Gabriel Danius
Escrito por

Gabriel Danius

Jornalista e cinéfilo de carteirinha amo nas horas vagas ler, jogar e assistir a jogos de futebol. Amo filmes que acrescentem algo de relevante e tragam uma mensagem interessante.

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