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Justin Timberlake se diz culpado por dirigir bêbado

O caso teve início em junho, quando Timberlake foi parado pela polícia por sair da faixa e não obedecer a um sinal de parada.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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Justin Timberlake é condenado por dirigir com capacidade prejudicada em Sag Harbor

Na última sexta-feira, o cantor Justin Timberlake declarou-se culpado de uma acusação reduzida no caso de dirigir embriagado, ocorrido em Sag Harbor, Nova York. Timberlake, de 43 anos, foi inicialmente acusado de contravenção por dirigir embriagado (DWI), mas a acusação foi alterada para “dirigir com capacidade prejudicada” (DWAI), uma violação menos grave segundo as leis do estado de Nova York.

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Condenação e serviço comunitário

Timberlake foi condenado a pagar uma multa de US$ 500 e sentenciado a prestar entre 25 e 40 horas de serviço comunitário em uma organização sem fins lucrativos. Além disso, ele foi instruído a participar de um anúncio de segurança pública, no qual ele incentivou o público a não dirigir após consumir álcool, ressaltando a importância de alternativas seguras, como aplicativos de transporte.

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Arrependimento público

Após a audiência, Timberlake se dirigiu à imprensa, reconhecendo a gravidade de seus atos: “Eu não cumpri os padrões que tento manter para mim mesmo”, afirmou. O cantor ainda aconselhou as pessoas a evitarem dirigir após beber, alertando para os perigos de tal decisão. “Esse é um erro que cometi, mas espero que quem estiver assistindo e ouvindo agora possa aprender com esse erro”, declarou.

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O incidente

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O caso teve início em junho, quando Timberlake foi parado pela polícia por sair da faixa e não obedecer a um sinal de parada. Na abordagem, o policial observou que os olhos do cantor estavam “injetados” e “vidrados”, além de ter tido um desempenho ruim em um teste de sobriedade. Timberlake admitiu ter consumido um martini, mas recusou-se a fazer o teste do bafômetro.

Embora o advogado de Timberlake tenha negado que ele estivesse embriagado, os promotores alegaram que não houve tratamento especial ao cantor e que a redução da acusação é comum em casos de primeira infração, quando o nível de álcool no sangue está entre 0,05 e 0,07, o que foi o caso de Timberlake.

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A condenação encerra o caso, mas serve como um lembrete sobre os riscos e responsabilidades ao volante.

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