Clube dos Cinco é um filme de 1985 , dirigido por John Hughes e que basicamente se passa todo dentro de uma sala, vez ou outra se estendendo por outros ambientes escolares, mas não mais do que isso. Unido a esse fato, também temos o fato de que os figurinos são basicamente sempre os mesmos, não temos efeitos especiais, ou qualquer coisa muito complexa. Até por que, com personagens tão cheios de personalidade, quem precisa de outra coisa?

A clássica história conta sobre cinco adolescentes, que por motivos bem diferenciados – assim como suas personalidades – acabam parando na detenção do colégio. Eles nunca pararam realmente para conversarem entre si, e ao primeiro momento, parecem nem fazer muita questão disso.

Porém todos tem um objetivo em comum: escapara da detenção. Unidos a isso (e a curiosidade em saber porque alguém tão delicada, ou o gênio da classe, por exemplo, estariam ali), eles começam a conversar, e consequentemente, acabam conhecendo uns aos outros, e descobrem que as coisas em comum vão além do objetivo de sair da detenção.

O grupo é formado pelo valentão John (Judd Nelson), o popular atleta Andrew (Emilio Estevez), a fechada Allison (Ally Sheedy), a patricinha Claire (Molly Ringwald) e o “mais inteligente da escola”, Brian (Anthony Michael Hall). E cada um com seus segredos, medos, e angústias típicas da adolescência, que podem vir a afetar o resto de suas (de nossas?) vidas.

O negócio com Clube dos Cinco é que é impossível você não se identificar em algum momento, seja com a personalidade de um, com o medo de outro e somando a postura de mais alguém. Você pode ter sido a esquisita da classe, ou a mais popular e desejada da escola, você vai acabar se identificando. É meio que um filme obrigatório da adolescência, mesmo que você não tenha sido um adolescente nos anos 80, ou que você não seja um adolescente agora.

Clube dos Cinco mostra um versão mais humana e menos maquiada das pessoas, um ambiente aonde você consegue ter outro ponto de vista e passar a entender, ou pelo menos, a não julgar, as pessoas por certas atitudes que elas carregam consigo.

É um filme simples, leve, divertido e ao mesmo tempo com um forte apelo emocional, no geral, é uma obra carregada de empatia.

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