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Leia também a nossa crítica sem spoilers

Venho a perguntar logo aqui: quantas críticas falando e exaltando todos os spoilers e segredos de um dos filmes mais esperados do ano (ou de todos os tempos segundo os fãs) como Vingadores: Guerra Infinita, você já deve ter lido por aí nos infinitos portais e sites da comunidade midiática cinéfila e nerd brasileira, com praticamente todos se usando dos mesmos argumentos e características para falar sobre o filme, e creio que todos se resumem à um mesmo consenso: saldo positivo, embora problemático, chocante mas que deixa a desejar.

O Maior Trunfo do MCU

Thanos, interpretado pelo sempre excelente Josh Brolin, chega como uma verdadeira compensação de tudo que a Marvel prometia desde sua aparição na cena pós-créditos do primeiro filme dos Vingadores de Joss Whedon, como também ser o principal motivo para as qualidades de Vingadores: Guerra Infinita.

Chega a ser inevitável não partir logo para o grande centro de atenções do filme, que é finalmente a grande chegada de Thanos ao centro dos holofotes do universo da Marvel. O personagem acerta em tudo que vilões passados do MCU erraram e expande aquilo que os poucos acertaram – impõe uma elegância e charme na sua forma de falar muito carismática e maliciosa, mas com um tom quase sádico, de ‘boas intenções’ (ao menos para ele) com seus planos de destruir metade da humanidade, para só assim salvar o equilíbrio do Universo. Com um plano até muito bem desenvolvido e apresentado ao longo das memoráveis cenas do núcleo de seu personagem com alguns bons diálogos, sem nenhuma interrupção de humor escrachado fora de hora (ao menos em suas cenas).

Agradeça isso ao talento de Brolin ao conquistar um forte sentimento de empatia do público pelo personagem, mesmo com seus ideais questionáveis, e mostrar que ele realmente crê que está fazendo em prol de um bem maior, mesmo que isso custe brutalmente a vida de tantos – uma crueldade coberta de uma paixão cega.

Há notável competência dos roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely em saber desenvolver bem o vilão com o tempo acertado, quase como um verdadeiro protagonista dessa história. E também, claro, aos Russo, que mostram saber brincar bem com o tamanho físico do personagem, apostando em algumas tomadas abertas mostrando sua imponência frente aos personagens, como o desabafo com sua filha Gamora, ou quando encara de frente o minúsculo Tony Stark quase morrendo. Um ar de grande intimidação que só se intensifica conforme ele adquire mais Joias do Infinito.

Um ótimo desenvolvimento e bons momentos que descartam por completo todas as suas esquecíveis aparições e menções em filmes passados, com aquele visual bonecão roxo com uma armadura dourada. Este é o Thanos original de Jim Starlin e Mike Friedrich sendo trazido às telas, e ouso dizer que supera ou pelo menos se torna mais interessante do que sua personalidade megalomaníaca dos quadrinhos. Nem é preciso dizer também que este facilmente ocupa o posto do melhor vilão que o MCU já escreveu até hoje. Mas isso também era o “mínimo” do risco que os Russo tinham em mãos.

E como disse, é graças a ele que temos várias das coisas boas do filme, não só envolvendo o personagem, como a dos outros que ele confronta ao longo do filme. Desde sua introdução, na qual ele e seus (extremamente esquecíveis) lacaios da Ordem Negra praticamente destroem todo e qualquer resquício que tínhamos restante do universo solo do Thor (praticamente matando a recém introduzida Valquíria de Tessa Thompson fora da tela, assim como os pobres Korg e Miek), incluindo as impactantes e dolorosas mortes do Heimdall de Idris Elba e o Loki de Tom Hiddleston, mostrando logo de cara sua imponência e poder que só trará derrota e tragédia para os heróis. E para aumentar mais isso, o faz ter um conflito com o Hulk enfurecido, que é facilmente vencido pelo Titã. O que assim garante instantaneamente o sentimento de apreensão ao longo do filme.

Roleta Russa

A presença de Thanos traz a ameaça e a escala épica do filme, e os Russo novamente mostram trabalhar nisso de forma bem decente, inovando quase que por completo o estilo câmera na mão e fotografia acinzentada dos dois últimos filmes que dirigiram para a Marvel Studios (Soldado Invernal e Guerra Civil), ousando em tentar fazer algo mais visualmente interessante. Mostrando querer em certos momentos brincar com o escopo do espaço e escala de cada cena, como no rápido plano sequência nas ruas de Nova York introduzindo a chegada dos dois filhos da Ordem Negra, com um uso inteligente da câmera na mão, deixando tanto o público, quanto os personagens em cena como Stark e Strange, realmente pequenos no escopo grande e imersivo da cena, despertando um ar de Guerra dos Mundos.

Sequência esta que, aliás, consegue assumir uma boa identidade quadrinesca mesmo com sua técnica “pé no chão”, ao intercalar dois núcleos simultâneos com Peter Parker vendo a confusão de longe e saindo de sua vida escolar para ir à ajuda, e com Stark, Strange e Wong iniciando a luta na rua enquanto ela se estende para uma praça com a chegada do Homem-Aranha e a luta/perseguição com a pequena parceria de dois Vingadores iniciantes com um sênior se inicia – nada mais quadrinho Marvel do que isso. E embora toda a cena de ação decorrente não seja bem memorável, nota a evolução dos Russo ao filmar tudo em bons planos abertos nada confusos e nenhum efeito CGI exagerado, finalmente deixa o público respirar e se sentir mais imerso na cena.

Até surpreendem ao tentar “homenagear” alguns diretores conceituados, principalmente os mais conhecidos pelo manejo do cinema épico. Vide, por exemplo, na apresentação do Capitão América do filme, onde temos um esquema bem similar à icônica revelação do personagem Harmonica em Era uma vez no Oeste, de Sergio Leone, com a passagem rápida do trem e a revelação do herói logo por trás. Ou a sequência em Vormir e os momentos psicodélicos de quase “apuro artístico” com imensos fundos paisagísticos em grande escala imersiva que lembram Lawrence da Arábia, de David Lean, com a fusão cênica dos filmes de George Stevens como Assim Caminha a Humanidade – a surpreendente morte/sacrifício de Gamora está aí como exemplo.

Embora esse marcante momento apenas se auto-sabote com um irritante uso de fades na montagem da cena, deixando tudo com um ar brega demais, que só não destrói por completo o momento pela expressão cheia de dor vinda de Thanos por acabar de matar a única coisa que amava no universo, sua filha, em troca do poder da Joia da Alma. E também pela surpreendente aparição quase demoníaca do Caveira Vermelha (agora interpretado por Ross Marquand fazendo uma boa imitação da voz de Hugo Weaving), em um estado de encosto do mal, com um capuz se assemelhando à Morte.

Cena um pouco mais engrandecida, também, pelo tema melancólico da trilha de Alan Silvestri, retornando para um filme dos Vingadores, embora não mais inspirado quanto, caindo nos já familiares requisitos do MCU de terem trilhas sonoras esquecíveis, com esse outro momento tendo vislumbres de uma boa trilha como nas cenas espaciais envolvendo o arco de Thor no filme, que despertam um certo vislumbre de contemplação espacial em pequenas doses.

Mas sendo justo, os Russo mais uma vez se saem bem no comando em boa parte do filme, humor ininterrupto e desnecessário em certos momentos à parte, tem sim momentos inegavelmente hilários, principalmente os envolvendo os Guardiões (óbvio) e o Thor, agora bem mais maduro do que havíamos visto previamente em Thor: Ragnarok que fora sua comédia Flash Gordon assumida. Afinal ele perde todo o seu povo logo no início do filme, então o Thor marqueteiro piadista dá uma pausa e se deixa levar mais focado, sacando uma piada ou outra ali. Em uma das melhores cenas, aliás, vemos o personagem desabafando sua angústia para o seu novo parceiro Rocket Racoon, enquanto tenta se mostrar seguro e sarcástico enquanto fala da morte de todos os seus familiares e vemos lágrimas escorrendo dos seus olhos. Ouso dizer que é a melhor cena que Chris Hemsworth já teve como o Deus do Trovão nesse universo.

Um bom balanço de comédia e drama que não se repete bem ao longo do filme. Embora os Russo saibam dar o ar sério e dramático quando necessário, especialmente nas cenas do vilão e no seu “chocante” final com a “morte” da metade da equipe de heróis e do resto da humanidade. E a ação é pontualmente competente em certas cenas e desapontante em outras. Se por um lado temos uma ótima e criativa luta no planeta Titã, com cada herói tendo o seu momento com o vilão, especialmente o Doutor Estranho, que consegue roubar a cena, temos a batalha final de Wakanda que é fraca e extremamente clichê. Quantas vezes já vimos os momentos Coração Valente de negociações antes da batalha e um dos mocinhos perguntando sarcasticamente se o inimigo vai se render, e de sobra temos o exército de minions formado por cães espaciais (palavras do próprio Rocket Racoon) para os Vingadores trucidarem.

Tudo familiar e genérico, que ainda sofre daquela velha câmera dos Russo com fortes zooms perto dos heróis e cheios de cortes rápidos para dar adrenalina e que apenas deixa tudo confuso e nem um pouco excitante (aliás todas as cenas de ação do Capitão e as lutas corpo a corpo sem CGI sofrem dessa técnica problemática). Nem se dando ao trabalho de mostrarem direito a escala da batalha, que aparenta (e prometia) ser enorme, ou os exércitos se colidindo. A batalha final em Pantera Negra, que era em menor escala, conseguia ser bem mais compreensível, empolgante e épica do que aqui. Sem falar na breve sequência no meio do filme onde vemos os Russo tendo que cumprir a cota de todo filme de super grupo e colocar os heróis lutando contra os heróis quando se conhecem, como acontece quando os Guardiões dão de cara pela primeira vez com o trio Stark, Strange e Homem-Aranha. Uma luta rápida de se piscar perdeu e infelizmente esquecível.

Nisso se nota ainda certas incongruências, já uma marca bem antiga da Marvel. Quero dizer, vão me dizer que o Titã que derrota o Hulk com extrema facilidade, e no final tem o soco parado pelo Capitão América (mesmo levando em conta seu soro de super soldado)? Mas os Russo parecem querer “consertar” isso ao focar a luta em Titã com três dos mais fortes Vingadores (Doutor Estranho, Homem de Ferro e Homem-Aranha) acompanhado da destreza sagaz dos membros dos Guardiões da Galáxia ali presentes, e deixar claro que o único personagem no filme capaz de fazer frente à Thanos seria o Thor, por isso sua relativa importância é. bem estabelecida no início e na sua jornada de lhe forjar uma nova arma, sempre movido ao sentimento de vingança como também dever “divino” de protetor do universo.

Cria-se nisso um paralelo bem interessante com o fator mitológico grego (estranhamente embutido em um Deus Nórdico, mas tudo bem) de que só um Deus poderia derrotar um Titã (Thanos), assim como Zeus matara o pai titã Cronos para libertar os outros deuses devorados por este. Não é exatamente o mesmo caso aqui…pelo menos por agora ou até e a teoria da “Pocket Gem” se concretizar, mas mais sobre isso depois. Mas são, assim como na ação, nos momentos isolados com certos personagens que o filme melhor funciona, enquanto em outros…

O Esgotamento populacional

O melhor arco de história como já disse se resume ao vilão, absolutamente nada a se reclamar sobre o personagem, mas parece que para se fazer um ótimo vilão no MCU, alguns dos heróis terão que ser sacrificados para isso.

Não o Thor que como já disse tem o segundo melhor arco do filme, com uma boa introdução e épico final, mas com um miolo que, embora divertido com a presença do Rocket e do Teen Groot, e visualmente interessante com a memorável presença do anão gigante Eitri de Peter Dinklage ajudando na criação da nova arma do herói, o machado ‘Stormbreaker’, se torna basicamente um filler narrativo, e um tanto incongruente com o arco de Thor em Ragnarok onde ele viu que não precisava do martelo para conjurar os seus poderes de Deus do Trovão.

Junto dele ainda temos o arco dos heróis em Titã que, embora seja abruptamente introduzido e estabelecido, e tenhamos Robert Downey Jr. em seu automático carismático, o arco se segura bem coeso tanto graças à presença altamente cativante e madura do Doutor Estranho de Benedict Cumberbatch, conseguindo fazer o papel de se estabelecer cada vez mais melhor nesse universo, sem a ajuda do seu esquecível filme solo; quanto à presença sempre divertida dos Guardiões e a jovialidade do Homem-Aranha de Tom Holland (recorrendo à outra piadinha de se lembrar de um clássico nerd para executar um plano, dessa vez Aliens – O Resgate). Todos se beneficiando do ritmo fluído com a ação levando a outra ação bem ao estilo de O Império Contra-Ataca, das inegavelmente melhores e mais criativas cenas de ação do filme e da incrível sintonia química entre todos os atores.

Mas aí temos o fraquíssimo arco do Capitão América e sua trupe. Onde para além do Capitão e seu amigo Bucky, agora denominado Lobo Branco, não fazerem praticamente nada de relevante ou diferente do que já estamos acostumados a vê-los, apenas cumprindo a missão de proteger a joia presente com o Visão, e mais parecem só estar ali para marcar presença nostálgica, e que de sobra desfavorece completamente o arco dramático deles vindo desde Soldado Invernal até agora. O mesmo pode ser dito do Pantera Negra e seu grupo de personagens já familiares com o recente estrondoso sucesso do filme solo, fazendo deles e de Wakanda apenas peças de uma batalha esquecível.

Muito menos relevantes são a Viúva Negra e o Falcão que também estão mais do seu mesmo, só que nem suas personalidades carismáticas conseguem ter momento para se destacar. E o que falar do Hulk/Bruce Banner, que após uma ótima introdução, passa o resto do filme em um conflito interno entre ambas as personalidades, com o Hulk literalmente tendo medo de sair e dar de caras com o Thanos, o que abre lugar para Bruce Banner ter mais o que fazer, que é absolutamente desinteressante e com piadas fracas e já muito batidas. Mas pequeno destaque positivo fica para o pequeno momento dado ao Rhodes/Máquina de Combate e sua mudança de opinião sobre o acordo de Zokovia e sua mostra de lealdade e desencargo de consciência para os eventos de Guerra Civil, mas praticamente só isso.

Os únicos aqui que recebem uma atenção dramática maior são o casal Feiticeira Escarlate e Visão que embora tiveram se mostrado mais minimamente interessantes em Guerra Civil, aqui se mostram em um relacionamento com emoções bem forçadas que acabam desacelerando o filme. E com uma conclusão final bem brega digna de novela do SBT com a Feiticeira se vendo forçada a explodir a Joia da Mente presa ao corpo de seu amado enquanto ele declara o seu amor por ela, após um arco inteiro envolvendo reviravoltas de roteirismo bobo e perdido, apresentando uma possível solução para que se retire a Joia do Visão sem que sacrifique a sua vida, só para voltar e terminar no mesmo lugar. E de sobra colocar o personagem para morrer duas vezes após Thanos chegar a terra e restituir seu corpo só para arrancá-la.

Mas pelo menos isso dá lugar à cena mais ousada, trágica e fria do MCU, pelo menos visualmente do que contextualmente, com o plano de Thanos dando certo e resultando na “morte” da maioria dos heróis, apenas deixando para trás os membros Vingadores originais e surpreendentemente apenas deixando a Nebulosa e o Rocket do ciclo dos Guardiões vivos. A Marvel finalmente alçando uma ousadia que tanto lhe fez falta ao longo de todos esses anos, mas que não se mostra tão impactante como tanto aparenta.

O Fim do Início

O grande fator chocante e ousado do final de Guerra Infinita é exatamente na sua conclusão se beneficiando da vitória, estranhamente recompensadora, do vilão Thanos, com direito à uma bela cena final para o personagem com seu olhar emocionado carregando as tristezas de seus sacrifícios mas com um sorriso de satisfação nada maquiavélico da concretização do seu plano “genocida beneficente”. E também com a nota bem agridoce e trágica para com os heróis. Mas aí quando encaramos o fato da obviedade de que com certeza vamos voltar a ver a maioria dos personagens evaporados de volta, as suas ditas mortes perdem o peso. Ou você realmente acha que eles vão deixar a maioria dos Guardiões da Galáxia e três dos recém introduzidos heróis com seus filmes solos de sucesso (Pantera, Strange e Aranha) mortos? Vale ressaltar que Guardiões da Galáxia Vol. 3 e um novo filme do Aranha já estão confirmados.

O que me faz voltar ao assunto da “pocket gem” e da minha grande aposta de que isso será o principal miolo da trama do filme dos Vingadores ano que vem. E sobre o que se trata isso? É o fato de que a Joia da Alma, que tanto ocasionara mistérios nos filmes e rendeu uma emocionante cena aqui, possuí em si a habilidade de sugar para dentro de si todas as almas dos seres que mata. Ou seja, toda a metade da população do universo e dos Vingadores evaporados, estão com suas almas ali presas, e só com sua ruptura ou manejo que pode os libertar. Será com certeza aí onde eles trarão a presença do Homem-Formiga e da Vespa como parte essencial do próximo filme.

Que para além de trazer a presença da Capitã Marvel e possivelmente do pobre Gavião Arqueiro (com certeza vão arranjar algo para ele fazer), farão da dupla de humanos-insetos poderosos um papel vital de salvadores da humanidade e dos heróis aprisionados. O que irá condizer com o que o Doutor Estranho dissera antes de se evaporar no final, após ter entregue a Joia do tempo para Thanos em troca de poupar a vida do Stark: “Não havia outra maneira”. Sendo que ele teve uma visão do futuro e com certeza a única saída vitoriosa dos heróis contra o vilão seria seu sacrifício momentâneo para o grande resgate e vitória do futuro. O que claro não impede a Marvel de realmente matar personagens no próximo filme, já que Chris Evans disse que o próximo filme seria o seu último como o Capitão então ele já é o forte e óbvio concorrente para tal.

Mas isso são só rápidas teorias da conclusão de um arco que o próximo filme trará para vários dos Vingadores e que se abrirá para outros. De um ponto de vista redondo, Guerra Infinita fecha bem a sua narrativa do grande vilão ameaçador conseguindo sua vitória e deixando os heróis completamente desmoralizados. E o fez através de alguns ótimos e dos mais memoráveis momentos dramáticos de todo esse universo compartilhado da Marvel, que consegue deixar o seu público apreensivo e chocado após sua conclusão. Embora falhe em uma narrativa fraquejada em certos setores e não saiba aproveitar bem todos os seus bons personagens.

No entanto, consegue fazer no final o que qualquer outro filme do Marvel Studios faz bem, garante um espetáculo escapista bem divertido e te deixa intrigado com o que eles guardam para o futuro. Logo após a cena pós-créditos temos a frase “Thanos retornará”. Esperamos mesmo que ele retorne tão bem quanto aqui esteve e que seja em um filme que tenha mais coragem de dar mais tempo e carinho para os seus personagens. E um pouco mais de ousadia nunca é demais.

Vingadores: Guerra Infinita (Avengers: Infinity War, EUA – 2018)

Direção: Anthony Russo e Joe Russo
Roteiro: Christopher Markus e Stephen McFeely, baseado nos personagens da Marvel Comics
Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Benedict Cumberbatch, Scarlett Johansson, Mark Ruffalo, Chadwick Boseman, Tom Holland, Benedict Wong, Don Cheadle, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Josh Brolin, Tom Hiddleston, Paul Bettany, Elizabeth Olsen, Letitia Wright, Danai Gurira, Winston Duke, Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Pom Klementieff, Karen Gillan, Paul Rudd, Jeremy Renner, Linda Cardellini, Bradley Cooper, Vin Diesel, Carrie Coon, Peter Dinklage, Terry Notary, Benicio del Toro, Gwyneth Paltrow
Gênero: Aventura
Duração: 149 min.

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