Os fãs da franquia Kingsman, que irão aos cinemas para assistir ao segundo filme, podem até pensar que o retorno de Colin Firth como o personagem Harry Hart foi algo planejado – mas não foi exatamente isso o que aconteceu.

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Em entrevista ao site Comicbook.com, o ator revelou que seu personagem não deveria voltar. A morte que o público presenciou no ano de 2015 em Serviço Secreto era, na verdade, permanente, apesar de ter sido desfeita em alguns caprichos extremamente orgânicos na sequência.

“Não foi e foi deveras cedo”, Firth declarou. “Acho que Matthew [Vaughn] realmente quis que aquilo fosse conclusivo. Você mata um personagem querido para criar a catarse, e não acho que ele queria que Harry trapaceasse a morte. Mas as relações que ele criou o fizeram repensar em tudo isso. Acho que ele disse ‘Estamos procurando um jeito de revivê-lo’. E talvez ele tivesse merecido uma segunda chance”.

O co-criador de Serviço SecretoDave Gibbons, também disse ao site que a continuação não traria Hart de volta. Apesar disso, ele apoiou o diretor Vaughn e a roteirista Jane Goldman em suas escolhas. “Foi aqui que a HQ e o filme divergiram”, Gibbons declarou. “Porque nos quadrinhos, o espião mais velho é morto a tiros. Ponto. Não iríamos trazê-lo de volta mais. E o primeiro filme deixou bem claro que não havia como revivê-lo. E francamente, fiquei surpreso com a elegância com a qual ele voltou à vida e como realmente funcionou”.

O filme chega aos cinemas no dia 22 de setembro. Confira nossa crítica clicando aqui!

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