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Bingo: O Rei das Manhãs é escolhido para representar o Brasil no Oscar

Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende , foi o filme escolhido nesta sexta-feira (15) pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na disputa pela indicação a Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2018. O anúncio foi feito em evento na Cinemateca Brasileira. Estavam inscritos ao todo 23 filmes, entre eles Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, Divinas Divas, de Leandra Leal, entre outros

Os indicados à premiação de Academia de Ciências e Artes Cinematográficas serão revelados no dia 23 de janeiro de 2018. A entrega dos prêmios acontece no dia 4 de março.

Presidida por Jorge Peregrino, a comissão será composta por 10 integrantes, sendo sete titulares – David Schurmann, Iafa Britz, João Daniel Tikhomiroff, Luiz Felipe Loureiro Comparato, Miguel Faria Jr. e André Carreira. Além de três suplentes – André Carreira, Marcelo Siqueira e Paulo Wenceslau Duarte.

O roteirista Doc Comparato afirmou “Expressa o universo brasileiro, possui um bom desenvolvimento da linguagem cinematográfica e também é de entendimento mundial”. 

Mesmo sem participar do circuito de festivais, foi escolhido o longa de Daniel Rezende. “O que faz sucesso lá fora é justamente o provincianismo brasileiro, o muito particular. Nos Estados Unidos é diferente. A passagem pelos festivais não tem o mesmo peso”, disse o cineasta Miguel Faria Jr.

A discussão levou duas horas, antes de anunciarem a decisão. “A safra estava muito boa esse ano. Outros Três ou quatro filmes poderiam muito bem estar representando o Brasil no Oscar”, disse João Daniel.

Já concorreram ao prêmio filmes como O Pagador de Promessas (1963), O quatrilho (1996) e O que é isso, companheiro? (1998). O Brasil não aparece na categoria de Melhor Filme Estrangeiro desde 1999, com Central do Brasil, dirigido por Walter Salles.

Veja abaixo a lista dos 23 filmes inscritos para a seleção deste ano:

– A Família Dionti” (Alan Minas)
– “A Glória e a graça” (Flávio Ramos Tambellini)
– “Bingo – O rei das Manhãs” (Daniel Rezende)
– “Café – Um dedo de prosa” (Maurício Squarisi)
– “Cidades fantasmas” (Tyrell Spencer)
– “Como nossos pais” (Laís Bodanzky)
– “Corpo elétrico” (Marcelo Caetano)
– “Divinas divas” (Leandra Leal)
– “Elis” (Hugo Prata)
– “Era o hotel Cambridge” (Eliane Caffé)
– “Fala comigo” (Felipe Sholl)
– “Gabriel e a montanha” (Fellipe Barbosa)
– “História antes da história” (Wilson Lazaretti)
– “Joaquim” (Marcelo Gomes)
– “João, o maestro” (Mauro Lima)
– “La vingança” (Fernando Fraiha e Jiddu Pinheiro)
– “Malasartes e o duelo com a morte” (Paulo Morelli)
– “O filme da minha vida” (Selton Mello)
– “Polícia Federal – A Lei é para todos” (Marcelo Antunez)
– “Por trás do céu” (Caio Sóh)
– “Quem é Primavera das Neves” (Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado)
– ‘Real – O plano por trás da história” (Rodrigo Bittencourt)
– “Vazante” (Daniela Thomas)

Bingo é a cinebiografia  de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa matinal homônimo da televisão brasileira durante a década de 1980. Barreto alcançou a fama graças ao personagem, apesar de jamais ser reconhecido pelas pessoas por sempre estar fantasiado. Esta frustração o levou a se envolver com drogas, chegando a utilizar cocaína e crack nos bastidores do programa.

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Publicado por Julia Ferreira

Esperando o Senpai me notar. Jornalista, aspirante a cosplayer, atleta e nas horas vagas fotógrafa.

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