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Crítica | Toy Story 2 – A Melhor Continuação de todos os Tempos!

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Raphael Klopper
Raphael Klopper Redação
15 de junho de 2022 · 12 min de leitura
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Em meio da imensurável e incansável discussão sobre as melhores continuações de todos os tempos e que conseguem superar seu antecessor, voltar a citar os usuais nomes já se tornou repetitivamente cansativo: Império Contra Ataca, Poderoso Chefão Parte 2, Aliens, O Cavaleiro das Trevas, etc.; mas eis aqui algo para te chocar em controvérsia: nenhuma dessas chega aos pés da definitiva melhor continuação já feita – Toy Story 2.

Ok, pode não soar nada de novo rasgar elogios sobre um dos clássicos da gigante Pixar feito no seu ápice criativo que entregava uma obra-prima seguida da outra em um levante aparentemente incansável e inesgotável. Mas muitos atualmente parecem negligenciar esse segundo filme da amada franquia em favor ou do terceiro filme que arrasou uma geração em lágrimas ou da importância que o primeiro filme carrega emanada até hoje através de sua simplicidade brilhante.

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Triste pois, essa não é só uma continuação que se constrói superior em cima de cada detalhe do anterior, seguindo não só regras clássicas para se alcançar tal resultado, e ter uma total dedicação narrativa astuta para costurar um dos filmes da Pixar mais dramaticamente potentes até hoje, como também por muito pouco não foi um total fracasso!

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Originalmente, o filme fora definido para se tornar mais outra vítima que compartilharia do destino trágico de muitos outros títulos de grande sucesso da Disney na época, onde você podia literalmente ver grande parte recebendo continuações direto para home-video, mas John Lasseter não ia deixar nada disso acontecer com seu bebê. Com o diretor entrando na produção e reescrevendo toda a trama em apenas um fim de semana tentando salvar o melhor que podia, isso de um filme que já estava em meio de produção e com sequências animadas inteiras já filmadas.

Se o filme funcionar tão bem, é um milagre que repousa apenas nos ombros dele. E se a Pixar não se tornou outra vaca leiteira da Disney explorar os lucros que havia encontrado no mercado de produções home-video na época, temos graças a Toy Story 2 a agradecer por esse feito de ajudar a produtor manter sua integridade criativa, e mostrando porque era uma força a ser respeitada e admirada!

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É inconcebível imaginar que esse filme poderia ter terminado como um completo ultraje vexaminoso já que desde o inicio já te prende a atenção em um pequeno espetáculo que nunca pede a cinergia de seu ritmo impecavelmente coeso. Cada pequena ação banal parece se costurar a outra de forma extremamente fluída. Um ritmo de ação que poucos filmes da Pixar conseguiram replicar (pra não dizer nenhum).

As pequenas piadas vêem quase como uma metralhadora de risadas quase contínuas e são eficazes exatamente por partirem de coisas tão simples: o Buzz (Tim Allen) dando a idéia de escoteiro de se assar um caramelo ou o senhor e senhora cabeça de batatas curtindo um amasso dentro de sua casinha enquanto se escondem do cãozinho Buster, e isso é só na primeira cena!

O universo animado do primeiro filme não só parece melhor visualmente e mais crível como também parece expandido em seus arredores, o quarto de Andy a essa altura já se tornou uma pequena comunidade motora coordenada quase como uma base de comando formada em união – e tentando achar o chapéu do Woody (Tom Hanks) como se fosse a missão da vida deles.

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Mas aí pá, depois de um pequeno acidente onde Woody acaba rasgando seu braço e Andy decide não brincar com ele, o filme já dá o seu primeiro jab quando o simples gesto de se colocar um boneco velho na prateleira…toma um sentido completamente diferente: de total abandono!

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É a regra básica de qualquer continuação, seu segundo filme vai ser sempre o  mais sombrio por natureza. Não que Toy Story 2 seja o drama pesado mais desafiador de todos os tempos…mas amplia seu leque narrativo apresentando algo que nem crianças ou adultos talvez estivessem preparados. Como também é um avanço completamente em sincronia lógica perfeita com o que o primeiro filme estabeleceu.

Se lá Woody foi possuído por um medo de ser trocado por Buzz, o que acaba se tornando um desafio pessoal dele mesmo para confrontar seu ego. Já aqui, seus medos se tornam total realidade. Ao mesmo tempo em que acaba ainda brincando com esse imaginário fantasioso tão único e particular aos filmes Toy Story de brinquedos e sua dinâmica se sobrevivência se basear único e exclusivamente em volta do fato deles serem interessantes para serem usados para brincar por seus donos ou não.

Mas que revelava algo bem mais profundo e frágil, e que formou sua verdadeira marca icônica aqui: uma crise existencial. Onde você vê brinquedos, pessoas, querendo reafirmar seu lugar nesse mundo. Validar seu propósito de vida como algo de fato importante. E o que é mais letal contra isso do que se não pela memória?! O fato dos bonecos terem vida nunca é um assunto abordado didaticamente na lógica desse universo, apenas o é, mas é interessante ver como Woody parece perceber que ele é imortal, mas a memória e as experiências que Andy terá com ele…tem uma data de expiração que algum dia vai chegar.

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O que torna as coisas ainda mais desafiantes é que quando Woody acaba sendo seqüestrado pelo colecionador lunático Al (Wayne Knight). Em si, é o estabelecimento de trama mais basicão de uma animação: seqüestrar o amigo perdido e aprender uma lição de vida no caminho; mas que toma não muito demoradamente uma subversão de leve quando, mais tarde, Woody parece não se importar muito com seus captores, pelo contrário, ele recebe toda a atenção, carinho e braços abertos que ele está longe de receber atualmente.

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O individual de Woody sempre é algo que se torna o destaque principal em todos os filmes Toy Story, no primeiro ele até compartilhava isso de forma bem justa com Buzz no que se formou lá uma bela história de amizade, mas mais tarde principalmente roubando os holofotes de qualquer outro personagem secundário já no terceiro e quarto filme. Enquanto aqui, Woody sim é ainda o centro da narrativa, mas é muito satisfatório enxergar como seu conflito se reflete e estende para com os outros personagens a sua volta.

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Seja com Buzz lidando com o fato dele não ser o único de sua existência de forma até bem madura quando ele confronta outro Buzz que como ele no primeiro filme, acha que realmente é o patrulheiro espacial, de forma hilária na maneira com que nosso Buzz encara isso totalmente encabulado, como se estivesse encarando sua versão menos madura. E é ele dessa vez que tenta fazer Woody acordar pra vida como se estivéssemos dois amigos adultos discutindo, só que são bonequinhos falando como dois adultos conflituosos.

E então quando chegamos em Jessie (Joan Cusack), é que a coisa ganha um outro peso. Desde criança como agora, quando você vê a personagem pela primeira vez, ela parece que vai ser um típico alivio cômico irritante que porventura talvez se torne um interesse romântico. Enquanto que sim ela é parcialmente isso – mas não de quem você espera, a personagem emana uma inocência na sua imaturidade que é automaticamente cativante e sua personalidade energética, então não demora até ela ter finalmente te conquistado.

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Mas aí vem a fatídica cena aí não tem jeito, ela é capaz de te deixar até hoje encolhido em posição fetal, o momento em que Pixar para sempre provou para o mundo que não só animações de qualidade fazem parte de sua marca, mas cenas que te pegam naquele lugar que vocês menos esperam. três minutos e meio de pura storytelling visual acompanhados se pá da melhor música de Randy Newman para a Pixar: When She Loved Me, diz tudo sobre o filme quer abordar de seu cerne dramático.

O abandono e o esquecimento em diversas vertentes, de uma amizade, de um amor, da memória em si. Resultados do tempo, dos avanços e mentalidades que alternam valores (mais sobre isso daqui a pouco). Onde conseqüências emocionais são refletidas e Woody é posto pra encarar um pouco de seu próprio, se não egoísmo, mas de seu medo infindável de ser esquecido por algo que talvez seja sim inevitavelmente passageiro.

E que cujas novas amizades que ele faz ao longo do caminho, Jessie, Bala no alvo, não devem ser negligenciadas como algo menor, e sim valorizadas! Onde no final, não há realmente respostas finais certas nas decisões que ele tem que tomar, apenas aprender a lidar com as conseqüências de suas ações e saber encarar a imprevisibilidade do futuro.

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É particularmente interessante como Lassester enquadra esse medo de Woody dentro de uma ótica não só intima, mas como entranhada culturalmente. Ao revelar que Woody já fora um boneco tão famoso quanto o Buzz em seu tempo, um completo fenômeno de vendas e marketing, quase o derivado de John Wayne versão boneco, se pá um resultado do mesmo assim como faroestes marcaram décadas inteiras como um gênero pilar do cinema, e que logo perderam seu prestígio com o mudar das décadas e os novos… “atrativos”.

E é tão mordazmente ácido quanto hilário quando o mineiro diz que “as crianças começaram a se interessar mais por brinquedos espaciais”. Por pouco era só trocarmos aí por filmes de super-herói na atualidade – e porque não também brinquedos, sempre o foco voltado no que traz o lucro. Não é a toa que o Al no filme assume esse símbolo “cautionary” do lucro se interpondo à frente de valores. Onde cobiça e lucro substituem sentimentos, e valor transcende algo como amizade.

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Mas não para por aí, ou você achou que o fato de termos uma cameo da Barbie ou ilustrar um corredor coberto de cópias do Buzz eram só boas piadas?! Ou Woody ser basicamente tornado em uma possível relíquia, que para brinquedos deve ser quase como um estrelato. E ele ter estado quase prestes de preferir a fama do que voltar para suas origens humildes e seus desafios. Ou o fato do vilão Pete Fedido é literalmente derrotado com a fama que ele almejava voltando contra ele – os brinquedos derrotando com flashes de camera que nem um bando de paparazzi.

São muitas camadas a se destrinchar continuamente aqui, e o que torna o filme ainda mais delicioso. Mas quando pulamos para a parte de sua aventura, não podia também deixar de ser mais eletrizante!

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Seguindo a cartilha Império Contra-Ataca que todo diretor fã de Star Wars parece seguir a risca – não digo nem a toa pois o filme até se auto-satiriza sutilmente quando replica a icônica cena EU SOU SEU PAI na luta entre o Zurg e Buzz no elevador, que é absolutamente hilário! Mas também no que tange a estrutura que Lassester estabelece aqui, dividindo a ação em dois núcleos principais acontecendo em simultâneo e que se unem sob um único e simples objetivo: chegar até Woody.

E nesse palco, Lassester e seus co-diretores, Ash Brannon e Lee Unkrich, fazem o que toda a continuação almeja em ser “maior e melhor”, e o filme leva isso ao literal ao conseguir expandir o leque das habilidades da Pixar. Simplesmente por ousar explorar os limites da animação 3D que ainda se via em sua fase dos primórdios, e desfrutando de certa liberdade que animações em desenho partilhavam à alto custo de produção e financeiro.

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Aqui Woody tem um pesadelo medonho envolvendo seu medo de ser abandonado por Andy; a primeira sequência do filme deveria ter sido o ideal filme solo do Buzz Lightyear em um mundo mais justo; a perseguição de carro de pizza é fantástica em tantos detalhes pequenos de humor slapstick que a cena possui que nem vale a pena descrever, apenas assistam! Mas não só isso. Lassester já tinha provado com A Vida de Inseto que ele saberia como visionar escala massiva à partir de conceitos simples, um formigueiro no meio de uma ilhota no meio de um lago se tornava um pequeno universo vasto em seu próprio mundinho de perspectiva.

Aqui, uma volta em volta do bairro até o centro da cidade se torna uma verdadeira odisséia, e o atravessar de uma rua tão intensa quanto uma perseguição de naves em meio a uma chuva de meteoros. A loja de brinquedos ou o aeroporto no clímax parecem universos próprios que te desafiam a olhar em volta e querer explorar todos os seus recantos.

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É uma enorme diversidade de locais e novos personagens incrivelmente carismáticos – que vão do pingüim Wheezy que é um pobre cantor frustrado empoeirado; os três aliens de três olhos que adotam senhor cabeça de batata como pai; e sua nova e simpática esposa; ou o Zurg se tornando um vilão momentâneo no meio do filme; o Bala no Alvo, o fatídico parceiro animal que não fala uma mísera palavra e que se vende por sua total fofura, se tornando um modelo para diversos personagens do mesmo estilo que cobrem animações da Pixar desde então, dentre ótimos outros.

Que nenhuma das outras continuações embora ótimas, nunca conseguiram replicar e nem com tamanho detalhe dado a cada departamento para construir uma continuação impecável em todos os sentidos. Funcionando não só como uma aventura altamente divertida, como uma jornada em se redescobrir o valor de celebrar o existir! Como não amar essa maravilha?!

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Direção: John Lasseter, Ash Brannon, Lee Unkrich
Roteiro: Andrew Stanton, Rita Hsiao, Doug Chamberlin, Chris Webb
Elenco: Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Kelsey Grammer, Don Rickles, Jim Varney, Wallace Shawn, Wayne Knight
Gênero: Animação, Aventura, Drama
Duração: 92 min

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Tags: #Buzz Lighyear #Joan Cusack #John Lassester #Kelsey Grammer #Lee Unkrich #Pixar #Tim Allen #Tom Hanks #Toy Story #Toy Story 2 #Woody
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Raphael Klopper
Escrito por

Raphael Klopper

Jornalista eclético e amante de filmes desde o berço, que evoluiu ao longo dos anos para ser também um possível nerd amante de quadrinhos, games, livros, de todos os gêneros e tipos possíveis. E devido a isso, não tem um gosto particular, apenas busca apreciar todas as grandes qualidades que as obras que tanto admira.

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