Desde o tempo em que o jogador é um verdadeiro jogador, há um instinto muito primário que o faz sempre no início do jogo começar a testar suas habilidades destruindo coisas à sua volta, barris, caixas, o que for. Um instinto que parte do fator de ‘poder’, que o jogador tem sobre o gameplay, que o faz se sentir imerso e com total controle das habilidades dos poderes que o jogo lhes permite e assim colocar alguns sentimentos para fora.

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Agora imagine alimentar esse instinto dando a capacidade do jogador de poder destruir tudo que vê pela frente dentro de um jogo. Mas será que existe algum jogo, ou jogos, que chegaram perto de realizar verdadeiras destruições dentro do gameplay de forma palpável e genuína? Bem, essa lista está aqui para dar as respostas que mais chegaram perto disso e também saciar a vontade de vocês por aí que precisam botar toda a raiva e frustração pra fora querendo explodir uns prédios, eis uma lista perfeita para isso.

Worms WMD (2016)

É dentro de seu cenários e gameplays tão simplistas de apenas mirar e acertar os alvos que Worms surpreende o jogador com verdadeiras destruições bem construídas, sejam dos worms, as suas bases fortificadas e o próprio chão sólido por debaixo deles por completo, ao ponto de ser possível destruir todas as fundações sólidas à vista no ecrã com o quanto mais poderoso se torna o seu armamento. Facilmente garantido assim uma diversão descontraída e, claro, destrutiva.

Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (2015)

O jogo já ganha pontos altos por ser uma divertida e realista experiência de recriar ataques de unidades Swat entre as equipes de jogadores. Mas a cereja do bolo que torna Rainbow Six Siege tão rejogável até hoje são as possibilidades de se desarmar ou armar bombas; resgatar ou defender reféns contra outra equipe no multiplayer, só que aplique tudo isso a manejo de armas realista, uma tonelada de sangue que sai dos inimigos abatidos e destruição física do ambiente e você tem aqui um prato cheio de diversão destrutiva em um shooter de primeira pessoa de qualidade e com destruição de sobra.

Red Faction: Guerrilla (2009)

Há poucos jogos que conseguem ser tão divertidos dentro da sua jogabilidade e que ainda consegue atrair jogadores para ele até hoje como Red Faction: Guerrilla faz tão bem. Onde além de poder presenciar um bom jogo de mundo aberto em terceira pessoa, tudo à vista é literalmente destruível. Bases, prédios, e pontes gigantescas inteiras, para depois poder caminhar entre os destroços é de marejar os olhos e se tornar uma experiência gameplay tão agradável.

Crysis (2007)

O primeiro Crysis continua mesmo até hoje sendo não só o melhor título da franquia, mas que deve tudo isso exatamente à sua ação bombástica e com a possibilidade de tudo à sua frente no ambiente ser capaz de destruir. Tudo ainda mais beneficiado graças ao ambiente que reage de forma bem realista à toda a explosões, tiros e esbarradas. Ou seja, não é um marco de pura diversão à toa.

Godzilla: Destroy All Monsters Melee (2002)

O que pode ser mais prazeroso do que senão a possiblidade que Destroy All Monsters Melee dá ao te permitir jogar como o próprio Godzilla enquanto enfrenta os seus mais icônicos rivais monstros vindos diretamente dos filmes desde Ghidorah ao Mechagodzilla, e tendo as cidades como seu ambiente, com prédios virando cinzas e podendo arremesa-los, enquanto cria marcas de destruição no chão por onde passa. Impossível ter um jogo de Godzilla lento e mais prazeroso do que esse.

Ultimate Epic Battle Simulator (2017)

É assim que se faz um jogo de batalha. Afinal quem raios liga para qualquer que seja o jogo da franquia Total War quando em Ultimate Epic Battle Simulator você consegue tirar muito mais prazer das batalhas que, não só o próprio jogador pode criar, como também pode colocar até 6 classes diferentes, que variam entre guerreiros da antiguidade como legionários romanos e soldados espartanos, cavaleiros medievais, soldados modernos, super heróis, o próprio Chuck Norris e Jesus Cristo, entre outras maluquices; todas no mesmo campo de batalha de uma só vez, cada uma com o máximo número até de um milhão de NPSs (isso se o frame rate aguentar). E ver os exércitos se colidindo em movimentação real e formando literais pilhas de corpos espalhadas pelo mapa é o tipo de destruição humana impagável e completamente viciante.

Battlefield: Bad Company 2

Há quem diga que poderíamos incluir todos os jogos da franquia aqui, mas o fato é que nenhum outro Battlefield talvez tenha chegado ao mesmo nível de destruição que Bad Company 2 oferece à experiência do gameplay. Onde sua destruição em massa dos ambientes se estendem muito mais do que apenas sendo consequências do gameplay e sim algo que instiga os jogadores a fazerem contra tudo em seu caminho. Onde podemos ver pedaços inteiros de prédios são demolidos enquanto não viram completas cinzas com destruição tendo seu próprio ruído muito realista das estruturas se desmoronando lentamente, enquanto crateras são formadas. E a extensão desse gameplay que se já diverte e impressiona no single player, é um deleite de caos no multiplayer. Um nível de diversão e destruição realmente palpável que a franquia nunca voltou a fazer do mesmo jeito ou com o mesmo esmero.

Planetary Annihilation (2014)

O que pode ser adicionado de melhor em um conceito sobre guerras interplanetárias onde você constrói e expande suas próprias galáxias? Adicione aí uma escala de destruição massiva, que tornou Planetary Annihilation em um marco instantâneo no design tecnológico de destruições massivas em grande escala dentro de um strategy game. Que te dá a literal possiblidade de destruir aquilo que te der na telha contra os seus inimigos, e que o extenso mapa do jogo garante, sejam bases, veículos, cidades inteiras, ou planetas inteiro porque não?! Sentir a experiência de estar comandando a Estrela da Morte nunca foi tão real em um jogo.

Besiege (2015)

Apenas um simulador para muitos, mas ainda assim um incrível simulador que garante uma jogabilidade viciante e inventiva no sentido que Besiege incentiva o jogador a usar de sua imaginação para construir as próprias máquinas de destruição do zero e destruir castelos, monumentos, exércitos e tudo à sua volta de forma extremamente divertida e ainda mais prazerosa quando você consegue construir a máquina perfeita para destruir o alvo principal e passar para o próximo nível. Um jogo onde você pode causar destruição e exercitar os neurônios?! Perfeição.

Franquia Just Cause (2006 – )

O que pode ser dito de uma franquia de jogos onde, até hoje, cada nova missão da história principal, as secundárias e armas e veículos desbloqueaveis, tudo vem ao custo de você causar o máximo de destruição possível com o protagonista Rico de forma quase interminável por toda a parte do vasto mapa que Just Cause sempre ofereceu. Destruindo tudo que vê pela frente contra as forças opressoras das formas mais inventivas desde skydiving, jatos, tanques, esperar que um tornado apareça para fazer o serviço por você. É uma rede imparável de caos absurdamente divertido e que esperamos que nunca termine ou deixem de nos dar tanta destruição massiva.

Franquia Rampage (1986 – )

Como não poderia estar aqui? Um dos primeiros jogos pilares que viriam a inspirar até hoje as destruições dentro de jogos por pura diversão. E que partia de um conceito tão simples onde o jogador apenas acumula pontos por nível à partir da destruição que causam na cidade com os animais gigantes. Quase nada consegue ser tão pequeno e eficiente quanto Rampage é!

Acha que esquecemos de algum jogo com destruição massiva? Não deixe de nos dizer qual!

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